2018-01-30

«A Natureza Cura» é um livro oportuno que aborda as consequências da perda de ligação à natureza e os efeitos positivos do mundo natural na nossa saúde e bem-estar

«Um relato envolvente do que a investigação moderna tem a dizer sobre os múltiplos benefícios dos espaços verdes para a nossa saúde.» - Wall Street Journal -

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A jornalista Florence Williams viajou pelo mundo para conhecer os cientistas de topo que investigam a influência da natureza no cérebro humano e concluiu que o tempo passado ao ar livre não é um luxo. «Este livro explora a ciência subjacente àquilo que os poetas e os filósofos sabem desde há muito: o lugar importa», explica a autora, que ao trocar uma vida ligada à natureza no Colorado pela urbanizada Washington, D.C., se deu conta de mudanças substanciais no seu humor, criatividade, imaginação e produtividade, sentido necessidade de refletir sobre isso. 

A autora descobriu que um pouco por todo o mundo há cientistas em busca de respostas, que procuram quantificar os efeitos da natureza não apenas no estado de espírito e no bem-estar, mas também na capacidade de pensar – recordar, planear, criar, sonhar acordado, focalizar –, bem como nas competências sociais. Foram dois anos dedicados a pesquisas, que resultou no livro A Natureza Cura, que chega às livrarias a 2 de fevereiro. 

O livro começa por explicar porque é que o nosso cérebro precisa do contacto com a natureza, quer seja por via da evolução, como sugere a investigação de ponta do Japão, quer seja pelos efeitos benéficos que os espaços naturais têm na melhoria da nossa capacidade intelectual, como a autora descobre numa visita ao Utah. De seguida, são exploradas as quantidades de natureza suficientes para o bem-estar, desde os breves contactos diários, passando pelas cinco horas mensais como os finlandeses recomendam, até aos fenómenos interessantes que se dão no cérebro quando se está em território selvagem. Por fim, a autora examina as consequências que estas descobertas têm para aqueles que vivem «encerrados nas cidades» e o que pode ser feito para mudar.

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