2018-04-23

Jo Nesbø traz-nos um thriller numa adaptação contemporânea de Shakespeare, enquanto Andri Snær Magnason apresenta-nos uma distopia

Dois célebres escritores da atualidade com duas abordagens e visões únicas na literatura

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Jo Nesbø e Andri Snær Magnason são dois autores que dispensam apresentações. O primeiro por ser um dos mais célebres escritores de thrillers da atualidade, estando publicado em mais de 50 línguas e com 33 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. O segundo por se tratar de um dos mais aclamados e admirados escritores islandeses, autor de poesia, teatro, ficção e não ficção, tendo chegado também a candidatar-se à presidência da Islândia.  

Se por um lado Jo Nesbø traz-nos um thriller repleto de ação e suspense através do inspetor Macbeth numa adaptação contemporânea da obra de Shakespeare, por outro lado Andri Snær Magnason confronta o leitor em LoveStar com uma distopia incrivelmente plausível, através de uma descrição criativa que apela à reflexão sobre até onde deveremos permitir que a tecnologia, cálculos e estatísticas influenciem a vida humana.  

Em Macbeth, Jo Nesbø apresenta-nos o inspetor Macbeth, um homem suscetível a tendências paranoides e violentas, e concentrado em acabar com um persistente problema de drogas na cidade. Uma história irresistível de amor e culpa, de ambição política e inveja, que explora o mais negro da natureza humana e a mente criminosa. Já em LoveStar, num futuro próximo a empresa LoveStar controla todos os aspetos da vida humana. Ingriði e Sigríður não foram calculados para ficarem juntos, mas acreditam que se trata de um erro. Uma distopia em que o marketing e a tecnologia governam o mundo, mas não conseguem eliminar definitivamente o amor e a ânsia de viver.

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