História Alegre de Portugal

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avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN: 9789722521147
Edição/reimpressão: 10-2015
Editor: Bertrand Editora
Código: 000173000173
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SINOPSE

A adaptação a banda desenhada da obra homónima de Manuel Pinheiro Chagas, brilhante escritor e político português do século XIX. A narrativa - constituída por dez serões em que João Agualva, mestre-escola aposentado, decide relatar de forma fácil e didáctica a História do País a um grupo de saloios da sua terra, situada entre Belas e o Cacém - tem início antes da independência de Portugal e culmina no reinado de D. Luís, tal como a obra de Pinheiro Chagas.

O traço de Artur Correia, com uma longa carreira de desenhador, torna possível um fácil e divertido contacto com muitas das mais célebres figuras e situações da nossa História.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

História alegre da História
Suzete Araújo - Livreira Bertrand Fórum Algarve | 2019-03-28
E se pudéssemos aprender a historia de Portugal de forma divertida? Agora já podemos! Com esta edição adaptada em banda desenhada. Com personagens divertidas e com humor esta adaptação não vai deixar ninguém indiferente. As ilustrações divertidas e com espírito cómico dão à história a expressividade necessária, onde toda a família se pode divertir com as personagens que fizeram parte da história da nossa nação.

DETALHES DO PRODUTO

História Alegre de Portugal
ISBN: 9789722521147
Edição/reimpressão: 10-2015
Editor: Bertrand Editora
Código: 000173000173
Idioma: Português
Dimensões: 165 x 246 x 17 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 256
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Banda Desenhada > Humor

sobre os autores

Lisboeta, nasceu a 20 de abril de 1932. Cursou na Escola Industrial Machado de Castro e, aqui mesmo se iniciou no desenho, participando no jornal de parede. Entre outras publicações para onde Artur Correia tem colaborado, contam-se: "Foguetão", "Zorro", "Pisca-Pisca", "Fungágá da Bicharada", "Mundo de Aventuras" e "Correio da Manhã". Publicou na Bertrand "História Alegre de Portugal" (vol. 1 e 2), Super-Heróis da História de Portugal (vol. 1 e 2) e da adaptação para BD de "O Romance da Raposa", de Aquilino Ribeiro.
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Escritor português nascido a 12 de Novembro de 1842, em Lisboa, e falecido a 8 de Abril de 1895, na mesma cidade, Manuel Joaquim Pinheiro Chagas foi também um célebre polígrafo da segunda metade do século XIX, jornalista, poeta, novelista, historiador, dramaturgo, crítico literário e tradutor (de Ponson du Terrail, Alexandre Dumas, Octave Feuillet, Alfred de Vigny e Jules Verne, entre outros autores). Interessou-se pela política, tendo-se notabilizado como orador e tendo exercido os cargos de deputado pelo Partido Regenerador e de ministro da Marinha, em 1883. Ocupou, entre várias funções, o cargo de professor no Curso Superior de Letras, para o qual concorreu com Teófilo Braga. Em 1865, publicou o Poema da Mocidade, cujo posfácio, assinado por António Feliciano de Castilho, seu amigo, viria a suscitar a Questão Coimbrã, na qual Pinheiro Chagas tomou parte, com o opúsculo Bom senso e bom gosto. Folhetim a propósito da carta que o sr. Antero de Quental dirigiu ao sr. A. F. de Castilho, onde defendeu Castilho, contestando a novidade e a substância das ideias literárias sustentadas por Antero. Em 1869, publicou A Morgadinha de Valflor, que o notabilizaria como dramaturgo. Em 1871, interveio a favor do encerramento das Conferências Democráticas do Casino. Fundou, em 1876, o Diário da Manhã, mas colaborou em variadíssimos jornais e revistas, entre os quais O Panorama, Arquivo Pitoresco, Gazeta de Portugal, Jornal do Comércio, Diário de Notícias, A Ilustração Portuguesa, Revolução de Setembro e Artes e Letras. Neles assinou numerosos artigos de crítica literária, em parte recolhidos nos volumes Ensaios críticos e Novos ensaios críticos, de 1866 e 1867, respectivamente. Conhecido hoje em dia sobretudo pelo conservadorismo das posições assumidas contra a Geração de 70 e pelo convencionalismo da sua obra literária, excessivamente marcada pelo ultra-romantismo, Pinheiro Chagas mereceria porventura uma releitura, principalmente no tocante à sua produção como crítico literário.
Pinheiro Chagas deixou-nos livros magníficos, onde demonstra as suas imensas faculdades intelectuais, de entre os quais ressaltam títulos como A Flor Seca, Os Guerrilheiros da Morte, O Terramoto de Lisboa e A Mantilha de Beatriz.
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