O Ano do Dilúvio

avaliação dos leitores (3 comentários)
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«Os especialistas não sabiam o que era aquele supervírus, mas era com certeza uma pandemia…»
ISBN: 9789722541145
Edição/reimpressão: 09-2021
Editor: Bertrand Editora
Código: 000173002114
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SINOPSE

Os tempos e as espécies estão a mudar rapidamente. A sociedade e a estabilidade ambiental estão a desmoronar-se. Adão, o líder dos Jardineiros - uma seita dedicada à fusão de ciência e religião, bem como à preservação de toda a vida vegetal e animal - há muito previu um desastre natural que alterará a Terra como a conhecemos. Agora aconteceu, obliterando a maior parte da vida humana.

O Sol já brilha no céu, dando ao cinzento do mar o seu tom avermelhado. Os abutres secam as asas ao vento. Cheira a queimado. O dilúvio seco, uma praga criada em laboratório pelo homem, exterminou a humanidade. Mas duas mulheres sobreviveram: Ren, uma dançarina de varão, e Toby, que do alto do seu jardim no terraço observa e escuta. Está aí mais alguém?

Um livro visionário, profético, de dimensões bíblicas, que põe a nu o mais ridículo e o mais sublime do ser humano: a nossa capacidade para a destruição e para a esperança. Negro, terno, inquietante, violento e hilariante, revela Margaret Atwood no seu melhor.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Margaret Atwood no pináculo dos seus prodigiosos poderes criativos.»
Elle

«Por detrás deste romance encontra-se uma acesa preocupação ambiental, bem como uma indagação, esta mais subtil, acerca daquilo que faz de nós humanos.»
Telegraph

«Um livro envolvente e visceral que exibe o seu talento de pura contadora de histórias, com energia, inventividade e panache narrativa.»
The New York Times

«Estamos desde a primeira página nas mãos de uma contadora de histórias que nos conduz a uma frescura de compreensão e de deleite… Esta é a obra de uma imaginação intrépida.»
The Globe and Mail

«Seja onde for que encaixe O Ano do Dilúvio – ficção científica, sátira, ficção especulativa, distopia, alegoria (sinceramente, pouco importa), uma leitura atenta deixa-nos com a sensação de que poderíamos acordar neste mundo.»
New Scientist

«A maior escritora viva do Canadá sabe, sem sombra de dúvida, contar uma história viciante.»
The Washington Post

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Imperdível
A.R. | 2026-03-14
Este é o segundo volume da trilogia distópica que começa com ´´Órix e Crex - O último homem´´. Mais um livro fantástico de Margaret Atwood, em que novas personagens deste mundo - cuja degradação foi potenciada por comportamentos humanos irresponsáveis, como a manipulação genética - se vão cruzar com as personagens do primeiro volume, sempre na luta pela sobrevivência. Excelente!
Emocionante e criativo
Carlos Miguel Lopes Soares | 2026-01-15
Leitura fácil e emocionante, com uma história que nos prende, do início ao fim. Recomendo!

DETALHES DO PRODUTO

O Ano do Dilúvio
de Margaret Atwood
ISBN: 9789722541145
Edição/reimpressão: 09-2021
Editor: Bertrand Editora
Código: 000173002114
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 238 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 480
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Margaret Atwood

Margaret Atwood é uma das mais celebradas autoras do panorama literário mundial e, além do clássico A História de Uma Serva, publicou mais de cinquenta livros de ficção, poesia e ensaio. Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Booker Prize (por O Assassino Cego, em 2000, e por Os Testamentos, sequela de A História de Uma Serva, em 2019), o PEN America Lifetime Achievement Award e o The British Book Award for Freedom to Publish. Uma das mais ativas vozes na defesa pelos direitos das mulheres, na ficção e na não-ficção, está traduzida em mais de quarenta idiomas. Vive em Toronto.
Margaret Atwood recebeu, em 2022, o título de Doutora Honoris Causa, atribuído pela Universidade do Porto pela «extraordinária qualidade da sua obra literária, a importância da sua reflexão intelectual e a pertinência do seu combate público por uma sociedade mais justa, digna e sustentável».
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