Portugal Visto pela CIA

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SINOPSE

Nesta recolha e análise de documentos inéditos ou só recentemente divulgados pela CIA, abrangendo quatro décadas (até meados dos anos 1980), ficamos a saber pela primeira vez como evoluiu o olhar dos Estados Unidos da América — elite governante e agências de espionagem — sobre Portugal. Mais do que um exercício de voyeurismo, este livro permite-nos perceber como foram interpretados os momentos cruciais da nossa História no século XX e como a superpotência influenciou de forma concreta a vida no nosso país durante o Estado Novo, a Guerra Colonial, a Revolução dos Cravos e a formação da Segunda República.

Na história desta complexa relação entre um velho império e uma jovem superpotência foram cometidos erros e deram-se episódios surpreendentes de má avaliação, mas o mosaico formado por estes documentos permite-nos esboçar um país conservador, resistente à mudança, por vezes caótico e sempre suscetível a grandezas e delírios poéticos. Trata-se de uma radiografia da sociedade portuguesa que mais nenhuma organização podia ter feito, única pelo seu posicionamento e relevante pelo impacto real que teve.
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DETALHES DO PRODUTO

Portugal Visto pela CIA
ISBN: 9789722534406
Edição/reimpressão: 09-2017
Editor: Bertrand Editora
Código: 000173001416
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 233 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > História > História em Geral

sobre os autores

Eric Frattini foi correspondente para o Médio Oriente e residiu em Beirute (Líbano), Nicósia (Chipre) e Jerusalém (Israel). É autor de 25 livros, traduzidos em 16 idiomas e publicado em 42 países. O seu livro Os Espiões do Papa foi incluído na biblioteca de estudos sobre serviços secretos da CIA, em Langley. Em 2013 recebeu o Prémio Nacional de Investigação Jornalística da revista italiana Terra Incognita pela sua investigação do caso Vatileaks, que serviu de base ao livro Os Abutres do Vaticano, e em julho do mesmo ano foi distinguido com o Prémio Anual Strillaerischia (Itália) para o Melhor Enviado Especial pelo seu trabalho no Afeganistão. Foi produtor de documentários para o Discovery Channel e o National Geographic.
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Luís Naves nasceu em Lisboa, em 1961. Foi jornalista no Diário de Notícias, nas áreas de economia e de internacional, tendo assinado reportagens em zonas de conflito, nomeadamente aquando dos distúrbios na Guiné-Bissau, em 1998, ou no Paquistão, após os atentados de 11 de setembro. Durante vários anos, escreveu no DN sobre assuntos europeus. Além de blogger e cronista, é autor de cinco livros de ficção, três dos quais foram publicados pela desaparecida Campo das Letras: O Silêncio do Vento (1999), Os Reis da Peluda (2002) e Homens no Fio (2006). Os seus dois romances mais recentes foram publicados pela Quetzal: Territórios de Caça (2009) e Jardim Botânico (2011).
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