O Triunfo dos Porcos

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Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros.
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SINOPSE

Uma quinta é tomada pelos seus explorados e maltratados animais. Com um idealismo apaixonado, decidem criar um paraíso de progresso, justiça e igualdade. E assim se monta o cenário de uma das fábulas mais influentes de sempre: um conto de fadas angustiante para adultos, que regista a evolução da revolução contra a tirania para um totalitarismo igualmente terrível.

Hoje é devastadoramente claro que onde e quando a liberdade é atacada, sob qualquer bandeira, a clareza cortante e a comédia indómita da obra-prima de George Orwell têm um significado e uma mensagem ainda ferozmente recentes.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Uma fábula sensata, compassiva e esclarecedora para os nossos tempos.»
The New York Times

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um apelo a igualdade
Ricardo T. | 2022-04-18
Livro muito bom mesmo. Devia ser lido por todos, sobretudo pelos mais novos. Nesta fábula magistral o autor consegue expor o poder exagerado de alguns sobre outros menos favorecidos. Um hino à democracia contra o poder exagerado e manipulador dos mais fortes sob os mais fracos.
Uma sátira simples mas marcante.
Daniela Monteiro | 2022-01-31
Vale mesmo a pena ler, um livro tão antigo mas continua com tanta presença. Adorei e recomendo !

DETALHES DO PRODUTO

O Triunfo dos Porcos
de George Orwell
ISBN: 9789722541114
Edição/reimpressão: 01-2021
Editor: Bertrand Editora
Código: 000173002066
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 200 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre George Orwell

Nascido em junho de 1903, no início de um século marcado por duas guerras mundiais, o estalinismo e o nazismo, George Orwell resume na sua obra os sonhos e pesadelos do mundo ocidental nesse período.
Nasceu Eric Arthur Blair em Motihari, na Índia Britânica. O pai era um funcionário subalterno inglês e a mãe tinha origem francesa.
Após o regresso dos pais a Inglaterra, estudou na escola Henley-on-Thames, onde se distinguiu pela relativa pobreza e pelo brilhantismo intelectual.
Frequentou depois duas importantes escolas inglesas, Wellington e Eton College, onde teve como colegas Cyril Connolly e Anthony Powell. Aldous Huxley foi seu professor. Mais tarde Orwell resumiu essa experiência como "cinco anos num banho tépido de snobismo". Mas foi nessa época que conheceu duas obras que o influenciaram, A Ilha do Doutor Moreau, de H. G. Wells, e O Tacão de Ferro, de Jack London.
Ao abandonar Eton, decidiu não ir para Oxford e entrar na polícia birmanesa, embarcando para as Índias. Nos cinco anos que se seguiram, descobriu a realidade do imperialismo e recolheu material para Dias Birmaneses e para ensaios tão originais como "Matar Um Elefante" e "Um Enforcamento".
Regressado à Europa, frequentou os bairros pobres de Londres, instalando-se em Paris na Primavera de 1928. Atingido por uma pneumonia, foi internado num hospital, cujas condições terríveis inspiraram o ensaio "Como Morrem os Pobres". A convivência com os pobres e os vagabundos forneceu-lhe material para Na Penúria em Paris e em Londres, que publicou em 1933 com o pseudónimo George Orwell.
Em 1936, o Left Book Club propôs-lhe escrever um livro sobre as condições dos operários no Norte do país. Partilhou a vida dos mineiros e confirmou as suas convicções socialistas. Escreveu numerosos artigos numa abordagem que considerava "semi-sociológica", casou com Eileen O'Shaughnessy e correspondeu-se com Henry Miller, que apreciava a sua obra e ironizava com o seu idealismo. Em 1937, decidiu combater em Espanha ao lado dos republicanos, mas, em vez de se juntar às Brigadas Internacionais, ingressou na milícia do POUM, um grupo marxista heterodoxo, lutando na frente de Aragão. Foi ferido, assistindo na convalescência à eliminação pelo Partido Comunista, apoiado pela URSS, das milícias anarquistas e do POUM. Descreveu essa experiência em Homenagem à Catalunha (1938), que lhe valeu inúmeras calúnias.
Em 1939, começou por se opor à participação da Grã-Bretanha na guerra, mas depressa se voltou contra os pacifistas, acusando-os de fazerem o jogo de Hitler. A partir de 1940, fez crítica teatral e de cinema, colaborou na Partisan Review e escreveu notáveis ensaios literários sobre Dickens, Tolstoi e Shakespeare. Em 1942-43, trabalhou para o serviço indiano da BBC, uma experiência que acabaria por o dececionar.
Em 1945, publicou Rebelião na Quinta, que, com Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, seria um libelo contra o totalitarismo estalinista que ameaçava a Europa. Em junho de 1944, o seu apartamento foi destruído nos bombardeamentos de Londres.
Em 1945, após a derrota de Hitler, foi correspondente do Observer em França e na Alemanha. Foi nesse período que a sua mulher faleceu durante uma operação. Em 1948, terminou Mil Novecentos e Oitenta e Quatro, escrito ao longo de vinte e sete meses, marcados por internamentos em sanatórios por causa da tuberculose.
Em outubro de 1949, casou com Sonia Brownell. Morreu no ano seguinte. Tinha 46 anos.
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