Quando os Lobos Uivam (eBook)

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SINOPSE

Serra dos Milhafres, finais dos anos 40. O Estado Novo resolve impor aos beirões uma nova lei: os terrenos baldios que sempre tinham sido utilizados para bem comunitário e de onde essa comunidade retirava parte vital do seu sustento seriam agora «expropriados» e utilizados para plantar pinheiros. Implanta-se um clima de medo nas gentes e é esse clima que Manuel Louvadeus, que havia emigrado para o Brasil anos antes, vem encontrar quando regressa à aldeia.

Homem vivido e culto devido, segundo o próprio, aos muitos livros que por lá havia lido, Manuel tem uma visão abrangente e um sentido de justiça que rapidamente o fazem cair nas boas graças do povo. Toma então o partido da sua gente, pessoas honestas e humildes que trabalham de sol a sol, mas que não deixam de viver em condições miseráveis.

A revolta acaba por suceder e, entre mortos e feridos, tudo acaba numa caçada aos homens por parte da polícia, que leva muitos homens à prisão acusados de serem instigadores e cérebros da revolta. O Estado mostra então todo o seu esplendoroso poder.

Uma representação da saga dos beirões na defesa dos terrenos baldios perante a ditadura do Estado Novo, cuja primeira edição seria apreendida pela censura, valendo a Aquilino Ribeiro um processo que se arrastou durante mais de dois anos.

Prefácio de José Pacheco Pereira
Introdução de Henrique Monteiro
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DETALHES DO PRODUTO

Quando os Lobos Uivam (eBook)
de Aquilino Ribeiro
ISBN: 9789722553032
Edição/reimpressão: 07-2026
Editor: Bertrand Editora
Código: 000173003237
Tipo de Produto: eBook
Classificação Temática: eBooks > eBooks em Português > Literatura > Romance
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor I

sobre Aquilino Ribeiro

Aquilino Ribeiro nasceu na Beira Alta, concelho de Sernancelhe, no ano de 1885, e morreu em Lisboa em 1963.
Deixou uma vasta obra, na qual que cultivou todos os géneros literários, partilhando com Fernando Pessoa, no dizer de Óscar Lopes, o primado das Letras portuguesas do século XX. Foi sócio de número da Academia das Ciências e, após o 25 de Abril, reintegrado, a título póstumo, na Biblioteca Nacional, condecorado com a Ordem da Liberdade e homenageado, aquando do seu centenário, pelo Ministério da Cultura.
Em setembro de 2007, por votação unânime da Assembleia da República, o seu corpo foi depositado no Panteão Nacional.
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