Quatro pedras, quatro anéis, quatro irmãs espalhadas pelo mundo. As Quatro Irmãs, de Eleanor Buchanan, é uma apaixonante história de família, mistério e amor eterno, que combina segredos, a influência mística do passado no presente e um amor maior do que tudo. Bestseller internacional que será traduzido para mais de 20 idiomas, este romance chega às livrarias portuguesas a 6 de agosto.
A narrativa parte da lenda das quatro pedras de Skara, que se erguiam outrora num promontório escocês. Segundo a tradição, foram ali colocadas por um pai enlutado, com o intuito de guiar as filhas raptadas até casa. A mesma maldição recairia sobre quem quer que as deitasse ao chão: também a sua família se dispersaria ao sabor dos ventos, nunca mais encontrando o caminho de casa. É o que acontece à família Blackmore, quando, em 1931, o patriarca ordena que as imponentes pedras sejam tombadas. A partir desse momento, ver-se-á a braços com a fortuna perdida, a morte da mulher e a separação das filhas. As filhas vão agarrar-se, cada uma, a um anel que herdaram da mãe, com a esperança de um dia se reencontrarem. Iris, a mais velha, será a primeira a partir.
A história de As Quatro Irmãs alterna entre o passado, em que é contada a viagem de Iris, e o presente, quando o leitor conhece Roz Chatton, que se muda da Austrália para Londres, levando consigo um anel da mãe. Entre os tesouros antigos de uma pequena loja, Roz depara-se com um quadro que retrata quatro pedras erguidas. Determinada a descobrir mais sobre a origem da tela, viaja para Skara, onde se revelará não só a história de um grande amor, mas também o trágico segredo de quatro irmãs, que mudará a sua própria vida para sempre.
Mais do que uma saga, As Quatro Irmãs é um romance sobre resiliência feminina, pertença, amor, família, perda e coragem para enfrentar as adversidades. No livro com que se estreia em Portugal, Eleanor Buchanan transporta o leitor da agreste costa escocesa às exuberantes plantações de chá do Ceilão (atual Sri Lanka) e ao interior árido da Austrália.