2026-03-04

O eterno encanto de «Orgulho e Preconceito», uma obra-prima que atravessa gerações

O maior clássico de Jane Austen, agora no catálogo da Bertrand Editora.

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«É uma verdade universalmente aceite que um homem solteiro com fortuna própria tem de precisar de uma mulher.» Quando a primeira frase de um romance se torna imortal, a eternidade recebe, de braços abertos, o seu autor. Porém, quando Jane Austen escreveu Orgulho e Preconceito, tal estava longe de toda e qualquer cogitação. Mas a sua escrita – a escrita de uma mulher – perdurou ao longo dos séculos e já conquistou, e continua a conquistar, milhões de leitores com a lucidez universal e intemporal dos grandes clássicos.

 

Orgulho e Preconceito, uma das obras-primas mais importantes da literatura mundial e o maior clássico de Jane Austen, chega a 12 de março ao catálogo da Bertrand Editora, numa nova tradução de Maria de Fátima Carmo. Nesta edição, à semelhança de Um Quarto Só para Si, de Virginia Woolf, que foi publicada em fevereiro, a capa reproduz uma obra de arte. Para este livro foi escolhida a obra Near Versailles, de John Singer Sargent, um original em aguarela e guache sobre papel.

 

Publicado pela primeira vez em 1813, como obra de autor anónimo, Orgulho e Preconceito conta uma das histórias de amor mais célebres de todos os tempos. Entre equívocos e julgamentos precipitados, vaidades e fraquezas, o orgulho de Mr. Darcy e o preconceito de Elizabeth tentarão travar o curso do amor verdadeiro numa tela efervescente da vida rural na paisagem inglesa do final do século XVIII.

 

A grande história de amor de Darcy e Elizabeth saiu das páginas do livro e ganhou vida na televisão e no cinema. Em 1995 estreou uma série, protagonizada por Colin Firth e Jennifer Ehle. Uma década depois foi a vez de um filme, com Keira Knightley e Matthew Macfadyen. Uma nova e muito aguardada adaptação deverá estrear este ano na Netflix, com um elenco de luxo com nomes como Emma Corrin, Jack Lowden e Olivia Colman.